No dia 5 de dezembro, Reynaldo Gianecchini estréia seu quinto trabalho no cinema, Entre Lençóis, do colombiano Gustavo Nieto Roa. Em entrevista è Revista Quem, o ator fala sobre sua visão de paixão e desejo à primeira vista – tema do longa.
“Sou escorpião, sou muito intenso.Gosto dessas coisas de entrega (...) Eu não gosto de coisa mais ou menos, para mim é tudo ou nada. Se estou vivendo um momento, viverei inteiramente. Se estou namorando, estou namorando. Se estou solteiro, estou solteiro, por exemplo. Eu me jogo nas relações. Quando estou apaixonado, quero casar. Não gosto de coisa morna”.
Contracenando com Paola Oliveira em cenas fortes de sexo, Gianecchini perde o rebolado quando questionado se em algum momento da gravação chegou a se excitar.
“Ai, minha filha, não me faça pergunta difícil (...) Ai, meu Deus, que pergunta... Mas é que, fazendo (o longa), não tem o clima. Apesar de ser num quarto real de motel, é todo um clima de estúdio: um monte de gente, é tudo picotado”.
Sobre ser romântico, do tipo que forra o quarto inteiro com pétalas de rosas e velas, ele revela:
“Eu nunca fiz isso, não. Mas, acho que tudo tem espaço. Por exemplo: eu nem me acho uma pessoa tão romântica, mas acho que a gente se pega, às vezes, querendo ser. Quando a gente se apaixona, e está vivendo uma história, muda tudo, a gente fica meio besta, meio irracional”.
E será que o galã passaria a noite com uma desconhecida?
“Acho que a nossa eterna busca. A busca do prazer, pelo prazer. Acho que é normal. Uma noite só de sexo, para mim está tudo ótimo. O ser humano é carente, o ser humano quer alguém para completar, para dividir as coisas. E a gente pode se apaixonar sempre por alguém, na primeira quebrada”.
Antes de terminar o assunto, Gianecchini confessa que gosta de tudo por inteiro:
“Não sei fazer as coisas pela metade, nem que seja por uma noite. Se for uma vida inteira, melhor ainda. Amar, ser amado ou explorar o máximo do seu prazer”.
Fonte: O Fuxico